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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Ausência do EGO

Quando nós morremos não levamos conosco nada de material, nem mesmo nosso corpo, como também deixamos para trás nosso EGO. Abandonamos o "EU", o  "MEU", para que possamos viver em harmonia.

O viúvo ou viúva que se casa novamente, após a passagem para o outro plano não terá nenhum contratempo caso haja a convivência com os dois cônjuges, pois esses, perderão o sentimento de posse do outro.
BeatrizNapoleão

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

O Amor

O amor não tem cheiro
O amor não tem cor
Não tem idade
Não tem sexo
Não tem raça
Não tem preconceito
Não tem espaço
Não tem peso
Não tem medida
Não se vê
Não se compra

O amor é leve
O amor é democrático
O amor é ilimitado
O amor é prazeroso
O amor é imensurável
O amor é generoso

O amor se sente
Leva e trás carinho
Vive em qualquer lugar
É de um valor inestimável
Quem o tem luta para mantê-lo
Quem não o tem vive a buscá-lo
BeeatrizNapoleão

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Liberdade

Deixe-me livre!
Presa minha energia enfraquece e eu me tranco mais ainda nessa prisão. O meu amor comigo permanece não conseguindo chegar a lugar algum. Triste, desanimado, introspectivo, ele não se aventura, não compartilha. Observa a vida sem conseguir ir até alguém ou mesmo permitir que alguém nele viva.
Deixe-me livre!
Livre eu me encho de amor, tanto, que, passo a amar tudo que amável é, e a valorizar e amar cada vez mais quem não me tirou a liberdade.
Livre, minha energia reluz clareando até mesmo os obscuros.
BeatrizNapoleão

domingo, 20 de outubro de 2013

De olho no espelho


Sim, gosto de me dar bom dia de frente ao espelho!
Não para ver a beleza que algumas pessoas me atribuem (por questão de gosto ou gentileza), ela não aparece ali defronte a mim. A beleza que vejo é a vida, a satisfação, a simpatia - sim, isso eu vejo, simpatia, e isso me deixa mais simpática, pois correspondo esse ato com outro sorriso. Vejo através de uma mulher de 54 anos (ignorando suas suaves rugas) a mesma jovem de 18, pois, penetro no meu ser ao olhar para os meus próprios olhos. Não mudei quase nada em certos aspectos (em outros existem mudanças significativas), continuo sendo calma na maioria das situações, mesmo assim, permaneço inquieta, pensando mil coisas ao mesmo tempo, procurando o novo sem desprezar o antigo, gostando de aprender, valorizando e curtindo o que aprendo, amando muito a maioria das pessoas que me cercam, algumas nem tanto, umas poucas, preferindo manter distância. Vejo porque sinto, sinto o que sou, e sou o que mostro. Ainda que não mostre tudo de mim, sou o que alguém possa ver.
Sim, gosto de me ver no espelho, porque gosto de mim, e me vejo bem. Mas quando não estou bem, quando algo me abate e perco meu sorriso, vou ao espelho para alertar a urgência de uma mudança. Nesse momento posso não gostar do que vejo, mas, nada melhor do que falar a verdade olhando olho no olho. Aquela que está acostumada a me ver sorrindo protesta em argumentos convincentes, na ânsia de reverter a minha tristeza. Debatemos duramente, eu, na defesa a justificar o motivo do meu pesar, ela, a me provocar com questionamentos que me levem a uma solução, ou pelo menos ao planejamento dessa. Diz verdades que podem me machucar, mas me ajudam a reagir, mesmo que não seja uma reação momentânea, contudo, longe do espelho essas verdades me fazem "refletir" o que ouvi da mulher refletida a minha frente. E sei que, por mais duras que sejam suas palavras, ela só quer me ver sorrindo novamente.
BeatrizNapoleão

domingo, 13 de outubro de 2013

Beijo na boca

 
Que delícia é beijar na boca!
Lábios com suas maciezes se acareciando, dançando para lá e para cá no mesmo ritmo, de música lenta ou rock in roll, convidando suas linguas a entrarem na dança para que a festa fique mais animada e saborosa.
Que delícia é beijar na boca! Mas esse beijo tem que despertar o gosto do amor, da paixão. Uma boca qualquer causa indigestão.
BeatrizNapoleão