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domingo, 1 de maio de 2011

E foram felizes para sempre

(29/04/2011)

Há poucas horas foi celebrado o casamento do príncipe William e Kate Middleton.
Comecei a assistir a transmissão ao vivo antes mesmo da cerimônia. Então me questionei: Por que todo aquele povo passou dias na expectativa do grande momento, e ficou horas na rua esperando a passagem dos noivos e seus convidados, e ali permaneceram, em frente a telões – uns só tinham caixas de som nas proximidades –, que transmitiam da chegada dos convidados à cerimônia religiosa?
Por que eu apesar de ter dormido quase 3h da manhã acordei antes das 6h, para acompanhar pelo menos uma parte desse acontecimento?
Dias antes vi nos telejornais matérias com entrevistas a mulheres de várias idades, e muitas delas aguardavam ansiosas a grande data, para poder ver a realização de um conto de fadas. Algumas se projetavam no lugar de Kate.
E eu, o que me atraia? O fato histórico? A tradição? A pompa? O glamour? Talvez tudo isso e algo mais. Entendi que, naquele momento o que mais mexia comigo era o amor dos noivos. Sentia-me atraída, não pela distância de uma vida de realeza, e sim, por nossa semelhança em relação ao sentimento. Olhava para eles enviando energias positivas, pois percebi como estavam felizes por celebrar o amor naquele ritual de união, chegando intimamente a ignorar o protocolo, e deixando escapar sorrisos contidos em uma cumplicidade silenciosa e delicada.
Pensei na força do amor. O que alguns são capazes de fazer para vivê-lo. Até mesmo se submeter a uma vida controlada, cheia de regras. Invejada apenas por pessoas que pagariam qualquer preço para ser uma celebridade; ou por aquelas que não estão satisfeitas com a própria vida, e se iludem a imaginar que a do “outro” é ótima; ou as que simplesmente fecham os olhos e pensam que príncipes e princesas estão livres de problemas. Fugindo de uma realidade cruel, onde não existe só o lado do bem. Cercadas de maldade, intrigas, injustiças, fracassos, desilusões..., sonham com uma vida longe de tudo isso, retrocedem à infância se valendo do: “E foram felizes para sempre”. Desconhecendo que essa felicidade vem do amor, e esse sentimento é desprovido de discriminação: Não vê idade; sexo; raça; nacionalidade; situação social ou econômica; seja o que for. Quando ele acontece para os que sabem usufruí-lo sem egoísmo, imposição, ciúme, ou qualquer outro sentimento que o afasta, esses saberão o que é felicidade conjunta e duradoura. Jamais se sentirão presos, e sim, unidos e fortificados.
Beatriz Napoleão

quinta-feira, 21 de abril de 2011

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Jóia Rara


Somos iguais porque há sempre alguém que tem algo em comum conosco, alguma característica física ou psicológica que possuímos, pensamentos e ações convergentes.
E somos diferentes, porque, ninguém mais reúne todas nossas características em si. O que nos torna um ser único.
Uma jóia rara.
Beatriz Napoleão (20/01/2011)

sábado, 2 de abril de 2011

Parabéns!

Parabéns,
Por não me deixar te esquecer
Por evitar eu enlouquecer
Pelo que me deixou viver
Por não me fazer sofrer
Por ter me dado prazer
Por tentar me entender
Por saber satisfazer
Ah! É seu aniversário.
Era o que eu gostaria de dizer
Mas... Parabéns pra você!

BeatrizNapoleão

quarta-feira, 30 de março de 2011

Efeito da Liberdade

                 Abrir os braços dá uma sensação de liberdade!
                 Principalmente, numa praia ou campo.
                 Chego a pensar que vou poder voar.
                 Devo ter tido asas!
                 Ou será treinando para o futuro?
                 Já pedi a Deus:
                 Quando morrer quero ser um anjo!
                 Beatriz Napoleão

segunda-feira, 28 de março de 2011

Palavras Desnecessárias

Às vezes falo o que não devo.
Nada grave, mas pode causar desconforto.
É que, em alguns momentos,
As palavras são mais rápidas do que a sensatez.
Beatriz Napoleão (06/02/11)

domingo, 27 de março de 2011

Que Nunca me Falte

Obrigada, meu Deus!
Por tudo que tenho e vivo.
Que nunca me falte minha filha;
Que nunca me falte a família;
Que nunca me falte os amigos;
Que nunca me falte a água;
Que nunca me falte o alimento;
Que nunca me falte o lar;
Que nunca me falte o trabalho;
Que nunca me falte o conhecimento;
Que nunca me falte a música;
Que nunca me falte a luz;
Que nunca me falte as cores;
Que nunca me falte a dança;
Que nunca me falte o perfume;
Que nunca me falte a palavra;
Que nunca me falte a harmonia;
Que nunca me falte o respeito;
Que nunca me falte a compaixão;
Que nunca me falte a paz;
Que nunca me falte o abraço;
Que nunca me falte o carinho;
Que nunca me falte o sorriso;
Que nunca me falte o amor;
Até que me falte a vida!
Beatriz Napoleão (jan/2011)

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Davi e Ben

Tão pequeninos,
E tão grande é o amor.
Tão pequeninos,
E tão grande é a dor.
Tão pequeninos,
E tão grande é a esperança.
Tão pequeninos,
E tão grande é a fé.
Tão pequeninos,
E tão grande é a certeza
De um lindo amanhã.
Beatriz Napoleão (26/02/11)

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Amor Insuficiente

Não, não é suficiente!
Beijá-lo, não é suficiente.
Abraçá-lo, não é suficiente.
Tê-lo por horas, em alguns dias, não é suficiente.
Tua inconstância me distancia do amor.
Assim, não posso amá-lo.
Não o amor suficiente para querer tê-lo.
Só o amor "temporal"; quente ou frio.
Quando quente, o quero comigo.
Quando frio, até pensar em ti, me desagrada.
Amá-lo?! Não consigo evitar.
Mas, também, não consigo evitar te repelir.
Isto depende de teus atos ou omissões.
Sabe! Não vale a pena nem explicar.
Porque, nada mais é suficiente.
Esta insuficiência me insatisfaz,
E esta insatisfação busca esquecê-lo.
Beatriz Napoleão (01/03/08)

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Recaida

Como vai ser tua vida sem mim?
Sei que viverás muito bem,
Mas, o que farás quando apertar a saudade
Daquilo que tanto gostas em mim?
Os meus beijos,
O meu carinho,
A minha alegria,
O meu amor?
Como te sentirás?
Beatriz Napoleão (jan/10)