terça-feira, 12 de novembro de 2013
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
O Amor
O amor não tem cheiro
O amor não tem cor
Não tem idade
Não tem sexo
Não tem raça
Não tem preconceito
Não tem espaço
Não tem peso
Não tem medida
Não se vê
Não se compra
O amor é leve
O amor é democrático
O amor é ilimitado
O amor é prazeroso
O amor é imensurável
O amor é generoso
O amor se sente
Leva e trás carinho
Vive em qualquer lugar
É de um valor inestimável
Quem o tem luta para mantê-lo
Quem não o tem vive a buscá-lo
BeeatrizNapoleão
O amor não tem cor
Não tem idade
Não tem sexo
Não tem raça
Não tem preconceito
Não tem espaço
Não tem peso
Não tem medida
Não se vê
Não se compra
O amor é leve
O amor é democrático
O amor é ilimitado
O amor é prazeroso
O amor é imensurável
O amor é generoso
O amor se sente
Leva e trás carinho
Vive em qualquer lugar
É de um valor inestimável
Quem o tem luta para mantê-lo
Quem não o tem vive a buscá-lo
BeeatrizNapoleão
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
terça-feira, 22 de outubro de 2013
Liberdade
Deixe-me livre!
Presa minha energia enfraquece e eu me tranco mais ainda nessa prisão. O meu amor comigo permanece não conseguindo chegar a lugar algum. Triste, desanimado, introspectivo, ele não se aventura, não compartilha. Observa a vida sem conseguir ir até alguém ou mesmo permitir que alguém nele viva.
Deixe-me livre!
Livre eu me encho de amor, tanto, que, passo a amar tudo que amável é, e a valorizar e amar cada vez mais quem não me tirou a liberdade.
Livre, minha energia reluz clareando até mesmo os obscuros.
BeatrizNapoleão
domingo, 20 de outubro de 2013
De olho no espelho
Sim, gosto de me dar bom dia de frente ao espelho!
Não para ver a beleza que algumas pessoas me atribuem (por questão de gosto ou gentileza), ela não aparece ali defronte a mim. A beleza que vejo é a vida, a satisfação, a simpatia - sim, isso eu vejo, simpatia, e isso me deixa mais simpática, pois correspondo esse ato com outro sorriso. Vejo através de uma mulher de 54 anos (ignorando suas suaves rugas) a mesma jovem de 18, pois, penetro no meu ser ao olhar para os meus próprios olhos. Não mudei quase nada em certos aspectos (em outros existem mudanças significativas), continuo sendo calma na maioria das situações, mesmo assim, permaneço inquieta, pensando mil coisas ao mesmo tempo, procurando o novo sem desprezar o antigo, gostando de aprender, valorizando e curtindo o que aprendo, amando muito a maioria das pessoas que me cercam, algumas nem tanto, umas poucas, preferindo manter distância. Vejo porque sinto, sinto o que sou, e sou o que mostro. Ainda que não mostre tudo de mim, sou o que alguém possa ver.
Sim, gosto de me ver no espelho, porque gosto de mim, e me vejo bem. Mas quando não estou bem, quando algo me abate e perco meu sorriso, vou ao espelho para alertar a urgência de uma mudança. Nesse momento posso não gostar do que vejo, mas, nada melhor do que falar a verdade olhando olho no olho. Aquela que está acostumada a me ver sorrindo protesta em argumentos convincentes, na ânsia de reverter a minha tristeza. Debatemos duramente, eu, na defesa a justificar o motivo do meu pesar, ela, a me provocar com questionamentos que me levem a uma solução, ou pelo menos ao planejamento dessa. Diz verdades que podem me machucar, mas me ajudam a reagir, mesmo que não seja uma reação momentânea, contudo, longe do espelho essas verdades me fazem "refletir" o que ouvi da mulher refletida a minha frente. E sei que, por mais duras que sejam suas palavras, ela só quer me ver sorrindo novamente.
BeatrizNapoleão
BeatrizNapoleão
domingo, 13 de outubro de 2013
Beijo na boca
Que delícia é beijar na boca!
Lábios com suas maciezes se acareciando, dançando para lá e para cá no mesmo ritmo, de música lenta ou rock in roll, convidando suas linguas a entrarem na dança para que a festa fique mais animada e saborosa.
Que delícia é beijar na boca! Mas esse beijo tem que despertar o gosto do amor, da paixão. Uma boca qualquer causa indigestão.
BeatrizNapoleão
terça-feira, 8 de outubro de 2013
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Destino
E o destino, está mesmo escrito?
E se ele está, como foram escritos os livros de nossas vidas; com lápis, caneta ou foram impressos?
O lápis facilmente é apagado. Se tivermos paciência e cuidado poderemos apagar sem deixar rasuras e, reescrever como acharmos que melhor nos convém.
Já a caneta precisa de uma borracha mais eficaz, mais força, perseverança e cuidado dobrado, e ainda assim, provavelmente ficarão marcas no papel.
Mas, a impressão... Essa não há como apagar. O autor dessas páginas quer que tudo seja como ele escreveu, nada pode ser mudado.
Pelo que tenho observado ao longo dos anos de minha vida, fico tendente a crer que nossos livros foram escritos das três maneiras, incluindo algumas páginas em branco.
Nomearei a primeira de "destino lápis" (há sempre uma possibilidade de mudar): esse tipo de página foi escrita de uma maneira que, nos dá mais de uma opção. Além de vir com múltipla escolha ou reticência para que possamos completá-la, ainda podemos apagá-la e reescrevê-la. Uma curiosidade: essas páginas quando apagadas e/ou reescritas são criadas cópias, as originais permanecem em arquivos, futuramente, quando estivermos no plano superior, se necessário, elas nos serão mostradas para lembrarmos as opções que tínhamos e a escolha que fizemos.
A segunda será "destino caneta"; ela diz o que devemos viver, mas, através da oração é possível conseguir apagá-la, tendo a chance de reescrevê-la.
A terceira será "destino impresso"; essa é para ser como está. Não adianta oração pedindo que seja modificada (ore para aceitá-la), pois por uma razão que desconheço temos que vivê-la como ela é.
A terceira será "destino impresso"; essa é para ser como está. Não adianta oração pedindo que seja modificada (ore para aceitá-la), pois por uma razão que desconheço temos que vivê-la como ela é.
As páginas em branco são semelhantes às "destino lápis", a diferença é que, estão plenamente em nossas mãos, não fazem parte do destino, são o que chamamos de livre arbítrio. Nelas encontramos o acaso e, delas somos os autores, revisores, editores e impressores, porém, temos que ficar atentos, pois, não sabemos como a próxima página foi escrita ou será readaptada, mas muitas vezes será a consequência da que preenchemos à nossa maneira.
A vida é uma roleta-russa, nunca sabemos o que vem na próxima página. Portanto, o que depender de nós devemos nos esforçar para escrever o melhor que conseguirmos.
BeatrizNapoleão
A vida é uma roleta-russa, nunca sabemos o que vem na próxima página. Portanto, o que depender de nós devemos nos esforçar para escrever o melhor que conseguirmos.
BeatrizNapoleão
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Gotas
Essas gotas que caem dos teus olhos
São provinientes de uma tristeza que guardas só para ti
Essas gotas que molham tua camisa
Simbolizam teu esforço na luta dessa vida
Essas gotas que permeiam teu pensamento
São fantasmas do que foi ferido em teu sentimento
Essas gotas sobre o teu corpo ao sair do banho
Levam-me a compará-las com a pureza do teu ser
BeatrizNapoleão
São provinientes de uma tristeza que guardas só para ti
Essas gotas que molham tua camisa
Simbolizam teu esforço na luta dessa vida
Essas gotas que permeiam teu pensamento
São fantasmas do que foi ferido em teu sentimento
Essas gotas sobre o teu corpo ao sair do banho
Levam-me a compará-las com a pureza do teu ser
BeatrizNapoleão
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
No limiar da loucura
"A loucura é vizinha da mais cruel sensatez"
"Ela perdeu a noção do tempo e teve de ser libertada pelo vigia noturno.
Mas libertar-se de uma forma de loucura a deposita em outra."
(Clarice Lispector)
"Ela perdeu a noção do tempo e teve de ser libertada pelo vigia noturno.
Mas libertar-se de uma forma de loucura a deposita em outra."
(Clarice Lispector)
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